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CONVERSAS DE CABECEIRA | Fim de uma relação


Por vezes, eu sinto que só porque uma relação acaba, achamos que ter estado com aquela pessoa foi um erro, foi um desperdício de tempo e em alguns casos até acredito que sim. No entanto, não é sempre assim. Independentemente da forma que tenham acabado, a realidade é que enquanto estiveram juntos, valeu a pena. Nem sempre as pessoas tem de ficar para sempre na nossa vida, há pessoas que apenas estão destinadas a passar algum tempo na nossa vida, seja porque razão for. Não podemos desrespeitar a relação que tiveram, não podemos desrespeitar a outra pessoa, só porque acabou; porque se for assim e então os sorrisos partilhados? As conversas longas? Os olhares brilhantes? Então e os momentos que viveram juntos? O que aconteceu a isso tudo? De alguma maneira, o que tiveram, fez-vos crescer, aprender, fez-vos feliz.
Eu aprendi que muitas das vezes, o que mais custa no fim de um relacionamento é sentirmos que a pessoa com quem partilhamos parte da nossa vida se está a revelar numa pessoa totalmente diferente daquela que conhecíamos e muitas vezes, devesse a isso mesmo, há falta de respeito que passa a existir, como se aquela pessoa que partilhou momentos contigo, que despendeu tempo da sua vida contigo, agora já não valesse nada e por isso já não merece respeito, já não merece consideração da tua parte e isso não é verdade. 
Aprendi que mesmo depois de uma relação acabar podemos não ter que ficar a odiar a pessoa, podemos respeitá-la mesmo que ela nos tenha magoado imenso. Aprendi que a melhor maneira para passar por cima, é mostrando que mesmo que a pessoa não te respeite, tu consegues respeitá-la, porque tu continuas a ser a mesma pessoa, porque tu mereces respeito mas também respeitas as pessoas. Eu sei bem que no fim de um relacionamento por vezes é difícil ver o lado bom das coisas, no entanto também sei que é muito mais fácil superar tudo quando a pessoa continua a ser a mesma, apenas entendemos que não resulta.

CONVERSAS DE CABECEIRA | Medo

Costumam dizer que quanto mais sofremos, mais cautelosos nos torna-mos, que quanto mais tristeza sentimos, mais cuidadosos ficamos. No entanto, como é que na vida podemos ser assim tão cautelosos, como é que podemos ficar assim tão atentos ao ponto de não nos magoarmos facilmente? O simples facto de estarmos vivos já torna real o facto de nos podermos magoar a qualquer momento, seja porque motivo for. 
Devido ao que sofri, eu já me tornei uma pessoa mais fria, mais fechada, uma pessoa que não acreditava realmente que podia ser feliz, afinal o que acabamos por pensar é que talvez nós não mereçamos ser felizes, não mereçamos sentirmo-nos realmente bem. Eu cheguei ao ponto de ter medo, medo do futuro, cheguei ao ponto de deixar o medo controlar a minha vida, as minhas ações, as minhas relações, os meus sentimentos. porque eu tinha tanto medo de me magoar, de falhar, tinha tanto medo de me desiludir e de desiludir as pessoas, que deixava de fazer as coisas, deixava de acreditar que era capaz, deixava de acreditar que merecia algo ou alguém, deixava de lutar pelas coisas. 
Por vezes temos tanto medo do que pode ou não vir acontecer, que acabamos por deixar o medo controlar a nossa vida mas, apesar de ter medo ser algo normal e em parte, ser saudável, porque é aquele que nos faz ter cuidado, não devemos deixar que ele nos domine, não devemos deixar de acreditar em nós, na nossa felicidade, nos nossos sonhos.
A verdade é que por muito cuidado que tenhamos, por mais cautelosos que sejamos, podemo-nos sempre magoar, podemos sempre sofrer, então ao menos que esse sofrimento venha depois de termos tentado ser felizes, depois de termos lutado por algo em que acreditávamos, que venhamos depois de termos vivido uma relação fantástica com alguém, porque agora depois de ter aprendido que ter medo é normal, que sofrimento ainda vai fazer parte da minha vida, eu prefiro ao menos saber que no final, eu tentei, eu passei a minha vida com mais momentos bons, com mais tentativas de ser feliz, de alcançar todos os meus sonhos, do que passar dez anos e me arrepender de tudo o que não tentei fazer, de tudo o que não arrisquei fazer por medo do que pudesse acontecer, arrepender-me de não ter tentado ser feliz.

CONVERSAS DE CABECEIRA | Voltar a comer carne


De todas as mudanças que tenho tido na minha vida, ter voltado a comer carne (por obrigação) foi a que mais me custou.
Apesar de continuar a não comer carnes vermelhas, comer carnes brancas foi, no inicio, um sacrifício para mim, então eu tinha de desfiar a carne toda para conseguir misturar com toda a comida e não me custar tanto. Hoje, eu já consigo comer um bife sem ter que o desfiar todo e na maioria dos dias, não me sinto mal por ter voltado a comer carne, foi algo que realmente era preciso, para o meu bem estar, e  por isso tento não me recriminar, com o facto de não ter conseguido ser vegetariana, porque a verdade, é que por vezes, há organismos que não aguentam.
Talvez um dia, com uma rotina mais calma, consiga voltar a ser vegetariana, mas por agora e apesar de a minha alimentação ainda ser maioritariamente vegetariana, tenho de comer carnes brancas e peixe.
Gostam de comida vegetariana? Já pensaram em ser vegetarianos?


CONVERSAS DE CABECEIRA | Nova Fase

Hoje é o dia em que me liberto de tudo o que me tem deixado triste, de tudo o que me tem transtornado de alguma maneira, de tudo o que me manda abaixo.
Decidi que já está na altura de seguir em frente, de dar caras a esta fase nova da minha vida e agarrá-la com toda a força e coragem que tenho.
Eu sei que vão haver dias em que eu me vou sentir abalada, seja por aquilo que me anda a afetar, seja por coisas novas mas, o mais importante é não viver nesses dias, é não deixar que umas horas virem dias e esses dias virem meses. O importante é permitir sentir-me triste sem me fazer sentir pior só porque me sinto assim no entanto, também não me permitir sentir apenas isso..
Por vezes, só precisamos de um pequeno clique para mudar a maneira como não temos lidado com tudo, nada disso é fácil e dá muito trabalho mas, não há nada melhor do que chegar ao final do dia a sentir que realmente estamos bem, que a nossa vida é boa. E nada merece mais o nosso esforço e empenho do que o nosso bem estar, então já que vivemos num mundo em que todos os sonhos são possíveis, mais vale tentar-mos lutar por eles e pelo que nos faz feliz.

CONVERSAS DE CABECEIRA| Desapegar


Já não escrevo há algum tempo, seja quais foram os motivos que me levaram a deixar de escrever, hoje, quase à uma da manhã decidi criar uma nova rubrica no blog, Night Talk, porque eu mais do que escrever sobre coisas que gosto de usar, que gosto de comer ou fazer, adoro escrever sobre sentimentos, sobre situações e por isso decidi criar esta rubrica, para partilhar com vocês o que me vier à cabeça. E apesar de já ter a rubrica, Bora Lá Falar, decidi que nesta vou falar mais sobre aqueles pensamentos que todos temos ou já tivemos durante a noite.

Às vezes é tão fácil julgar alguém, é tão fácil olhar para alguém e pensar que aquela pessoa deve ter a vida perfeita só porque está sempre a sorrir, só porque é quase sempre bem disposta mas, a verdade é que todos passamos momentos menos bons, todos temos aqueles momentos em que nos sentimos a desistir, em que sentimos que talvez não seja aquele caminho a seguir.
Eu tenho de admitir que já passei alturas em que tive que me desapegar, de coisas, de pessoas, porque não me faziam bem, porque não me puxavam para cima, e se eu queria? Não, não queria, até porque, para mim, das coisas mais difíceis é imaginar um futuro em que certas pessoas ou coisas já não fazem parte. É aquela sensação de que tudo o que passámos foi em vão, é aquela sensação de que passámos e partilhámos tudo aquilo com uma pessoa e agora já não vai haver mais disso, é aquela sensação de projetos e sonhos destruídos, é aquela sensação que apesar de não ser eterna, nos passa no coração por algum tempo e nos custa a passar. E, hoje, apesar de ainda me custar muito, aprendi que por vezes, o melhor é mesmo seguir em frente, é dar valor ao que realmente importa, é dar valor a quem realmente me dá valor. 
Nada nesta vida é fácil, ninguém tem uma vida perfeita, ninguém é mais do que ninguém, somos todos humanos, temos necessidades, ansiedades, medos, sonhos, objetivos, todos temos as nossas caraterísticas que nos fazem ser tão nós, tão únicos e, hoje, eu consigo dizer que mesmo que me custe, sou muito mais desapegada a tudo, porque aprendi que todos nós temos o nosso tempo na vida de outra pessoa, todos influenciamos o outro, de alguma maneira, e porque todas as pessoas que fizeram e fazem parte da minha vida, me influenciaram, de uma maneira ou de outra, a ser a pessoa que hoje sou, eu comecei a conseguir a não ser tão apegada, não ao ponto de sentir que não vou conseguir andar para a frente sem aquela pessoa, não ao ponto de ficar dependente daquela pessoa ou coisa. Hoje, eu aprendi que acima de tudo tenho que me dar valor e se algo não me faz bem, tenho de arranjar maneira de seguir em frente.

PENSAMENTO POSITIVO

"O otimismo é o íman da felicidade. Se ficares positivo, coisas boas e boas pessoas serão atraídas para ti!"

Hoje eu não ia publicar nada, estava apenas a organizar as minhas ideias aqui para o blog e comecei também a pensar em todos os objetivos e sonhos que quero realizar. Até que comecei a pensar em como a mudar a minha maneira de pensar me fez estar mais inspirada e mais lutadora pelas minhas coisas.
Atualmente, estamos sempre a focar-nos nas coisas menos boas que nos acontecem, eu por exemplo, posso até tirar boas notas nos testes, mas basta haver um teste que não me tenha corrido tão bem que eu fico apenas focada nessa nota ou quando algo de mau acontece, como discutir com alguém ou afastar-me de alguém, eu apenas conseguia pensar no quão estava a sofrer, no porquê de isso me ter acontecido ou coisas assim desse género. Muitas vezes, mesmo não querendo, focamo-nos nas coisas tristes e más da vida e acabamos por nunca conseguir usufruir e aproveitar a vida que temos, ou até mesmo realizar os objetivos que temos.Ultimamente, eu tenho tentado ser uma pessoa mais positiva, mais calma, e a verdade é que já notei grandes diferenças na minha vida - não, eu não fiquei milionária, era bom era - mas, para alguém que como eu, é super stressada com tudo, quer tudo perfeito e fica a mil com pequenas coisas, começar a ter este pensamento mais positivo, este pensamento de que vai acontecer o que for melhor para mim, realmente traz benefícios para nós mesmos e para quem nos rodeia.
Eu não vou dizer que a partir do momento em que começamos a pensar mais positivo, tudo irá correr bem, porque a verdade é que não irá, mas a maneira como começamos a lidar com as coisas quando efetivamente acontecem muda e no final do dia, conseguimo-nos sentir melhor com a situação e conseguimos começar a focarmo-nos nas coisas que realmente importam, começamos a pensar "Sim, isto é mau, mas se aquilo ou aquilo tivesse acontecido era pior, por isso vamos lá ter calma e seguir em frente".
Por vezes, as pessoas pensam "tu pensas assim, porque tu já tens isto e aquilo", no entanto, a verdade é que muitas vezes, para aquela pessoa ter isto ou aquilo, já teve que lutar e trabalhar muito e mesmo quando as coisas correram mal, aquela manteve-se positiva e continuou a lutar pelos seus objetivos.
A vida não é fácil para ninguém e todos temos os nossos momentos mais difíceis, mais complicados, mas não é por esses momentos acontecerem que nos devíamos focar totalmente neles e deixarmo-nos guiar por eles. Todos merecemos coisas boas.

Costumam pensar positivo em situações más ?

CONVERSAS DE CABECEIRA | Sonhos e Objetivos

Num mundo em que cada vez mais nos deixamos levar pela rotina e deixamos de acreditar que tudo é possível, é essencial começar a entender o que realmente nos faz feliz, o que realmente nos faz bem. Eu sei que atualmente com tudo o que está a acontecer no mundo é difícil conseguir acreditar que podemos conseguir alguma coisa, que podemos realizar um sonho por mais pequeno que ele possa ser.
Eu, muito sinceramente, não acreditava que podia conseguir alguma coisa, eu achava que os meus sonhos eram parvos e os meus objetivos inúteis, eu não conseguia acreditar que tudo o que eu pensava querer para mim fosse suficiente, fosse importante. Até que com o tempo, eu fui percebendo que o que eu quero, que o que eu planeio e até mesmo sonho são importantes, são valiosos mesmo que não o sejam para mais ninguém. Eu valho alguma coisa, as minhas coisas importam. Eu comecei a aprender a dar-me importância, a ser um pouco egoísta (de uma forma saudável) com as minhas coisas, comecei a aprender a dar valor às minhas coisas e a lutar pelas mesmas. Eu comecei a perceber que eu precisava de mudar, mas que eu também precisava de mudar as pessoas à minha volta e retirar da minha vida as pessoas tóxicas e que me mandavam para baixo e me faziam sentir que os meus sonhos não eram importantes.
Num mundo, em que sem muita dedicação, muito trabalho e também esperança não se consegue nada, é essencial aprender a dar valor a nós mesmos e às nossas coisas, e acima de tudo começar a dar valor a tudo o que pensamos fazer-nos bem, seja no presente ou no futuro. É essencial, que não deixem que ninguém vos inferiorizar e que não deixem de tentar concretizar os nossos sonhos, os nossos objetivos.

CONVERSAS DE CABECEIRA | A idade defino-nos?


No outro dia, quando estava com uma amiga começamos a falar sobre o que a sociedade tenta impor nas pessoas que já não são consideradas crianças. Com isto, ambas concluímos que independentemente da idade que temos nós vamos fazer o que nos faz feliz mesmo que o resto das pessoas nos tente julgar.
Quando nos tornamos adultos (que acontece supostamente aos 18 anos) a sociedade tenta impor-nos maneiras de ser e agir. Toda a gente já ouviu certamente alguém dizer "tu já não tens idade para isso", "já não és nenhuma criança", "isso é para crianças" e todo o tipo de coisas deste género, mas afinal porque que a idade que temos tem que definir obrigatoriamente a nossa maneira de ser ou o que haveremos de fazer, porque que eu hei de deixar de fazer coisas que gosto só porque não são supostamente para a minha idade? Ou porque que eu tenho de começar a fazer certas coisas que nem gosto só porque supostamente são para a minha idade?
Eu já fui muito julgada e criticada por fazer certas coisas ou por não fazer outras coisas, mas independentemente da idade que eu tenho, eu tenho de fazer o que me faz bem, seja querer dançar no meio da rua ou até mesmo não querer falar de certos assuntos, eu tenho de fazer o que me faz feliz e que não me faz sentir eu mesma.
Infelizmente, a sociedade vai continuar a tentar impor-nos maneiras de agir, regras e todo o tipo de coisas, mas nós temos que nos manter fiel a nós mesmo e saber quando devemos agir de tal maneira e quando devemos agir de outra tal maneira. Há situações em que temos que ser responsáveis e que temos de agir como "adultos", mas isso não significa que temos que nos comportar sempre como adultos e não nos podemos divertir e fazer coisas que realmente gostamos.
Vocês já sentiram esta imposição da sociedade? Já passaram por algo assim?

(Des)Motivação



Criei este blog para falar sobre coisas que me interessavam, que gostava, no entanto tenho posto tanta pressão em mim própria que acabo por perder motivação e inspiração e com isto não escrevo e mal publico.
Hoje acordei às sete da manhã super feliz e motivada, então tomei o meu pequeno almoço e decidi anotar todas as ideias que tinha e tudo o que estava a planear fazer ao meu blog e o que que aconteceu? Quando liguei o computador, comecei de novo a pôr-me imensa pressão e a pensar se alguém iria gostar das minhas publicações ou se não era parvo falar de certas coisas e com isso decidi escrever umas frases para me motivar e é isso que vou partilhar com vocês hoje.
1. Sê fiel a ti mesmo/a : Independentemente de o teu blog ser ou não muito reconhecido, não mudes a tua maneira de ser só para tentar que seja mais conhecido. Se tiveste alguma ideia e achas que é a tua cara e queres partilha-la então partilha. Sem medos, sem receios. Se tu pensaste nisso, então eventualmente isso poderá ser útil para outra pessoa. Se te mantiveres fiel a ti mesmo, deixarás de sentir tanta pressão e tudo sairá mais natural.
2. Inspira-te : O que não falta são fontes de inspirações por aí, seja em redes sociais, sites ou até mesmo em coisas comuns do dia a dia. Mantém a mente aberta, observa as coisas com olhos de ver com os teus olhos, aceita opiniões, aceita conselhos e pesquisa sobre o que te deixa curioso.
3. Escreve sobre o que gostas : Independentemente se queres escrever sobre um jogo, um produto de beleza, uma telenovela, uma série, uma música, uma paisagem, algo que te aconteceu ou outra coisa qualquer, se é isso que gostas, se é isso que te motiva e deixa feliz ao falar, então deves faze-lo.
4. Faz as coisas por ti e só por ti : Não cries um blog já a pensar no que deves falar que as outras pessoas poderão achar interessante ou irão gostar. Cria o blog porque é algo que tu gostavas de experimentar e escreve sobre tudo o que quiseres no mesmo, porque te deixa feliz e bem. Fá-lo por ti.
5. Diverte-te : Ter um blog é uma experiência na tua vida que poderás ou não gostar, mas enquanto estiveres a trabalhar no teu blog diverte-te, ri-te, descontraí e vais ver que tudo irá correr como gostas.

CONVERSAS DE CABECEIRA | Influências


Por vezes, sinto-me um pouco perdida, um pouco confusa, um pouco não eu.. Meto na cabeça que quero fazer algo ou mudar algo, e não consigo por muito que tente, e depois penso em todos os motivos que me podem levar a não conseguir, e resume-se sempre ao mesmo, a opinião dos outros,
Hoje, por exemplo, já escrevi e reescrevi vários textos, e todos me pareciam falsos, todos me pareciam não serem meus, todos me pareciam distantes. E depois eu penso, mas afinal a quem é que eu tenho de agradar, não é aos outros, é a mim. É obvio que quando publico algo no blog ou até mesmo noutro sitio qualquer, quero que seja de alguma maneira motivador para as pessoas que vão ver o que publiquei, mas acho que acima de tudo, tenho de publicar algo que saiba que mais tarde quando voltar a ver me vou orgulhar de o ter publicado.

Por vezes, quando decidimos criar um blog ou outra página qualquer na internet, acabamos por nos deixar influenciar pelas outras pessoas, pela opinião dos outros e até mesmo por outros blogs. Acho que isso é algo inevitável, e todos nós acabamos, em algum momento da nossa vida. por influenciar alguém ou por ser inflênciados, mas temos que conseguir perceber quando essa inflência se torna demais e começamos a deixar de ser nós próprios, quando começamos a perdermo-nos. 

O essencial é olharmos para tudo o que fazemos, para tudo o que queremos fazer e sentirmo-nos bem com isso, sentirmo-nos orgulhosos com tudo o que conquistamos por muito insignificante que possa ser para outra pessoa. O importante é sermos nós próprios, independentemente do que possa aconteçer e sermos felizes, mesmo que as outras pessoas achem indiferente aquilo que conseguimos alcançar. Independentemente de a nossa conquista ser uma coisa pequena como não comer chocolate durante duas semanas ou uma coisa grande como conseguir viajar até ao nosso país de sonho, temos de ter orgulho em nós mesmo e não nos deixar-mos ir abaixo por causa da opinião dos outros.